segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Planejamento
Já faz um tempo que não posto aqui, e tenho que dizer que tenho sentido falta. Primeiro peço desculpas pela minha falta de tempo, mas tenho uma certa crença que esse é um mal das pessoas no final do ano. Corremos de um lado para o outro para resolver pendências que deixamos acumular ao longo do ano e depois nos fazemos de vitimas da falta de tempo(como eu, por exemplo). Mas isso tudo se deve a minha falta de planejamento...Fico pensando porque temos que planejar tantas coisas e estabelecer tantos horários. Porque não podemos dormir quando temos sono e comer quando temos fome de fato? Fico divagando e esqueço que tenho que me planejar pra viver, porque se não o fizer me falta tempo para as horas de lazer.
Então vou começar fazendo-o agora, me planejo para as horas de trabalho e dias de estudo e eu volto a postar no blog em.... aproximadamente...
Então vou começar fazendo-o agora, me planejo para as horas de trabalho e dias de estudo e eu volto a postar no blog em.... aproximadamente...
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Um velho álbum de fotos
A vida Continua.
É pra frente que se anda...
Não olhe para o ontem mas viva o amanhã...
Vive o presente se não a vida passa...
Quem vive de passado é museu...
Frases que estamos acostumados a ouvir no nosso dia a dia. Nos apegamos à elas e nós a usamos repetidamente, sem perceber ou entender do que estamos falando. Olhar para o passado não é saudável. Pessoas que faleceram já foram.Coisas antigas não prestam. Só o que é novo valhe.
Então por que nos apegamos tanto a objetos bem antigos e a albuns de fotos de 5, 10,15 anos ?
É porquê o passado nos arremete a sentimentos, nos faz lembrar grandes momentos de nossa vida e fazemos o possível para que eles se repitam, se repitam e se repitam. Mas quando nos pegamos tendo recordações, despertamos, continuamos correndo, em rumo ao futuro mas nem nos damos conta...
O passado não é oposto do futuro: foi necessário para a construção do mesmo.
É pra frente que se anda...
Não olhe para o ontem mas viva o amanhã...
Vive o presente se não a vida passa...
Quem vive de passado é museu...
Frases que estamos acostumados a ouvir no nosso dia a dia. Nos apegamos à elas e nós a usamos repetidamente, sem perceber ou entender do que estamos falando. Olhar para o passado não é saudável. Pessoas que faleceram já foram.Coisas antigas não prestam. Só o que é novo valhe.
Então por que nos apegamos tanto a objetos bem antigos e a albuns de fotos de 5, 10,15 anos ?
É porquê o passado nos arremete a sentimentos, nos faz lembrar grandes momentos de nossa vida e fazemos o possível para que eles se repitam, se repitam e se repitam. Mas quando nos pegamos tendo recordações, despertamos, continuamos correndo, em rumo ao futuro mas nem nos damos conta...
O passado não é oposto do futuro: foi necessário para a construção do mesmo.
sábado, 11 de outubro de 2008
Quando as pessoas vão embora...

"Este mundo é tão amplo que temos facilidade de perder as pessoas importantes que encontramos com tanta dificuldade"~Kyoichi Katayama~Socrates in love
Sempre fui avessa as apresentações de powerpoint passadas para mim via corrente. Toda semana recebo partes de livros de auto-ajuda de gente conhecida e simplesmente não repasso. Principalmente por falta de vontade; penso que essas pessoas devem ter um tempo livre considerável em recortar textinhos aqui, colar imagenzinhas ali... E me canso das mensagens "você é meu amigo... fiz pensando somente em vc" e repassam pra trezentos contatos em um único e-mail.
Gosto de coisas mais pessoais, que demonstram sentimentos de companheirismo e amizade verdadeira. Leva muito mais tempo e mais paciência, mas de fato vale a pena.
Custa dinheiro sair com todos os amigos, nem que seja até o parque (ônibus, metro, gasolina), mas você se diverte muito mais. Telefonar também é caro, mas você consegue apreciar cada palavra dita, os gritos de euforia e sussuros de segredo. Mas como dá muito trabalho, as pessoas vão se afastando.
Digo isso, após ler o -já citado- Socrates in Love, que me arrancou algumas lágrimas. Fico imaginando as pessoas que foram tiradas da minha vida, não porque morreram (graçar a Deus), mas porque foram se perdendo de mim, ou eu me perdendo delas nesse mundo amplo. Pessoas que realmente me fazem falta, mas que me esforço para manter algum contato-mesmo que raro- e que , quando me respondem, fazem meu dia ser bem mais alegre.
Sei que o assunto parece deveras batido, mas não podia deixar de comentar.
Não posso deixar de comentar porque tenho medo, medo de que eu não signifique para essas pessoas o que elas significam pra mim. Medo delas irem embora, sem que eu tenha deixado uma única marca, um numero de telefone para retornarem. Me arrepio só em pensar.
Olho para os meus amigos e vejo o quanto são queridos. Cada momento que passei com eles me deixaram uma marca, não quero que o mundo os leve pra longe, não em distância mais sim em apego. Olho também para minha mãe e tremo, quando eu tiver idade, talvez seja eu quem vá embora, imagino se ela irá preciar de mim, como eu preciso dela agora e prometo que nunca vou abandoná-la...
Olho também para o meu namorado que, dengoso, aconchega a cabeça no meu colo, feito criança.Faço cafuné em sua cabeça, desejando mais que tudo, que a vida não o leve para lugar nenhum, sem que eu vá junto.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Crianças.
Talvez eu esteja me antecipando um pouco,fazendo um post sobre esses pequenos mas não posso evitar.
Sempre tive uma fascinação por crianças, um instinto maternal muito forte, quem sabe. Gosto de olhar para aqueles seres se formando, aquela metade de gente.Riem de tudo, perguntam sobre tudo, se jogam na lama e na chuva sem frescura, se lambuzam de chocolate com gosto,como se não existisse coisa melhor no mundo.Pedem colo o tempo todo, mexem nos olhos meigamente quando estão com sono, dormem com a boca aberta sem culpa ou receio. Ficam lindas até com uma ,fralda,calça de moletom desbotada ou camisetinha.
Até bem pouco , não me limitava as crianças de colo. Ficava admirada com as crianças até 12 anos.-Sim, ainda considero crianças e porque não? Não gosto da denominação pré-adolescente,nunca gostei nem quando era uma. Penso que se adianta muita coisa, e se perde muita coisa. Foi uma conquista com essa idade elas terem a liberdade que tem, antigamente, doze anos era a idade pra começar a procurar marido,amantes....
Com os tempos mudando muito mais rápido do que eu poderia acompanhar, meu encanto por crianças foi se restringindo. Simplesmente porque eu não encontrava mais crianças nas ruas. Não, elas não se extinguiram, pelo menos não nos números. Mas acontece que eu dificilmente as encontro. Vejo bonequinhas Barbie, galãs de novela das 8- com idade idem, mulheres decididas e com filhos no colo com-veja só- 11 anos de idade. Meninos de 10 voltam de festas do farol (creio que a maioria conhece, nem que seja de nome) lá pelas tantas da manhã.
Não sei, talvez isso sempre tenha existido e eu e que não tenha percebido. Mas não me lembro, não me lembro mesmo, de ver tantas meninas de 9 anos com roupas agarradas, maquiadas até os cabelos, celular na mão, bolsas, anéis, spatos de salto e acompanhadas de seus namorados, geralmente mais velhos. Antes, maquiagem era usada só para festas, mesmo assim bem de leve, ou para brincadeiras de casinha- trocadas por chats e afins.
Me recordo de um caso contado por uma amiga, ela então com 15 anos foi abordada por uma menininha de 7... 8 anos no máximo, que lhe pedia o celular emprestado pra fazer uma ligação.
-Vai ligar pra quem?- Minha amiga perguntou, curiosa.
-Pro meu namorado!- A menininha respondeu, sem receio.
Minha amiga ficou boquiaberta , esperou ela completar a ligação, com uma idéia na cabeça.
-Namorado é? Você já se beijaram?
-Claro que já! De língua até!- A pequena respondeu, como se minha amiga tivesse feito uma pergunta muito boba.
Até tento compreender,sério. Mas tenho dificuldade. Dia desses testemunhei a saída de um colégio particular, de alunos da quarta, quinta série no máximo. Os meninos corriam, se xingando, insultando, falando palavrões aos montes, comentavam malícias, faziam gestos obscenos... Fiquei um pouco perplexa... Será que a parte bonita da infância só existia na minha imaginação? Inocência está se tornando uma palavra desconhecida ou nunca existiu mesmo?
Por isso, agora me limito, acho uma gracinha as que ainda estão aprendendo a falar "papai" e "mamãe"- porque temo o que pode sair depois.
Ando divagando em uma praça, crianças bem pequenas passam a minha frente correndo sem jeito- e daquele tamanho também não daria pra correr de outra forma- e fico observando, com uma expressão feliz, mas receosa. Imagino se crescerão como a maioria das crianças, irão falar palavrão ou serão educadas? Usarão roupas curtas? Passarão maquiagem?
Se tornarão adultas antes da hora?

segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Passe um livro adiante

Retirado de:
Uma nova campanha que é relativamente comum em países da Europa e Estados Unidos: Esquecer um livro propositalmente em um lugar público, com várias pessoas para que alguém desconhecido o encontre, leia e o perca novamente, reiniciando o ciclo.
No Brasil, a Editora Zeiz começou ‘perdendo’ 150 exemplares de um dos seus lançamentos “A Unidade dos Seis” e inaugurou um site – http://www.livr.us/ – onde é feito o cadastro dos livros perdidos e é possível saber por onde andam os mesmos.
A Marca do Brasil no momento é extremamente humilde:
E então? Acham interessante? Nós sempre reclamamos que os brasileiros lêem pouco e não tem cultura, acredito que essa é uma idéia simples e não muito cara pra tentar trazer um pouco mais de sabedoria para o próximo. Ler é sempre educativo. Mas escolha bem os livros que irá deixar em público heim?
pS:
Fiquei feliz que a maioria das pessoas gostaram das bonecas, para esclarecerem suas dúvidas,creio que vale a pena dar uma passada nessa comunidade:

domingo, 5 de outubro de 2008
Domingo, um papo leve.

Hoje eu decidi tirar um pequeno descanço, já que é domingo. Não vou falar de eleições e política porque, ademais, as notícias que realmente valerão a pena serão passadas quando o dia terminar. Hoje eu quero falar de Bonecas.
Sim, bonecas e por quê não? Os meninos já devem estar revirando os olhos, como que pensando "mas que coisa mais ridícula" e com o dedinho pronto para fechar o Blog. Quero dizer que, se tivesse conhecimento, falaria de carrinhos. Mas brinquei pouco de carrinho, então quero falar de algo que familiariza minha infância. Bonecas!
São as Ball Jointed Doll, quase que brinquedos de adultos de tão caras e delicadas.
Não sei ao certo de que material são feitas, mas chegam a ter uma perfeição superior a uma boneca de porcelana. Parecem pessoas mesmo e por isso e as uso como figuras em meu blog.
Os preços variam de 300 a 1.300 dólares (dinheiro que eu nunca teria em meu pobre e humilde estágio), são vendidas apenas no exterior e em sites e mais parecem obras de arte.
Essas bonecas, vem conquistando espaço em blogs, videos, comunidades, perfis do orkut e em casa (embora nesse ultimo ainda timido, graças ao preço já citado) e eu achei que seria interessante falar um pouquinho sobre elas, já que chegaram a invadir o meu computador, de tantas imagens que eu coleciono das mesmas.
Abaixo, mais algumas fotos e o endereço de sites que as vendem, pra quem tiver interesse em comprar,ou simplesmente babar com as imagens.
Site:

sábado, 4 de outubro de 2008
A Música e o resto
Não sei até que ponto, mas tenho uma certeza : a música age em nossas vidas. Mas eu falo da boa música,tão rara hoje em dia. Uma música muito além de Créu- e que me perdoem os que gostam.
Uma música que de fato se expressa quase que, plenamente por nós.
Um música que não se define apenas por ser uma música, se define pelos momentos que passamos na nossa trilha sonora particular, ou o quanto as valorizamos. Vai além de denominações. Músicas que, quando alegres, te fazem chorar de saudades- por aquele amigo que a tempos você não vê mais. Quando tristes, te fazem sorrir, de tão nostalgica. Quando melosas, te fazem gargalhar, lembrando de piadinhas internas, em que você pensou um bom tempo antes. Uma música que te inspira a escrever, a querer abrir a janela e ver o sol lá fora- ou que te faz admirar ainda mais a chuva.
Quem nunca teve uma sensação de estar sendo sugado por uma melodia, uma letra, a ponto de ficar pensando e anexando situações com a música? Usar a música como um pretexto pra uma ligação qualquer,uma conversa qualquer, ou um post no blog. Como esse que estou fazendo?
Para encerrar, gostaría de colocar aqui, o ewndereço de alguns vídeos de músicas, uma francesa uma japonesa e uma coreana, que me fazem lembrar de determinadas pessoas e situações diferentes, ou que, simplesmente, me inspiram uma emoção qualquer.
Não vou colocar as traduções, mas vou deixar o endereço das mesmas, pra quem quiser dar uma olhada.
La Derniere Danse
Uma música que de fato se expressa quase que, plenamente por nós.
Um música que não se define apenas por ser uma música, se define pelos momentos que passamos na nossa trilha sonora particular, ou o quanto as valorizamos. Vai além de denominações. Músicas que, quando alegres, te fazem chorar de saudades- por aquele amigo que a tempos você não vê mais. Quando tristes, te fazem sorrir, de tão nostalgica. Quando melosas, te fazem gargalhar, lembrando de piadinhas internas, em que você pensou um bom tempo antes. Uma música que te inspira a escrever, a querer abrir a janela e ver o sol lá fora- ou que te faz admirar ainda mais a chuva.
Quem nunca teve uma sensação de estar sendo sugado por uma melodia, uma letra, a ponto de ficar pensando e anexando situações com a música? Usar a música como um pretexto pra uma ligação qualquer,uma conversa qualquer, ou um post no blog. Como esse que estou fazendo?
Para encerrar, gostaría de colocar aqui, o ewndereço de alguns vídeos de músicas, uma francesa uma japonesa e uma coreana, que me fazem lembrar de determinadas pessoas e situações diferentes, ou que, simplesmente, me inspiram uma emoção qualquer.
Não vou colocar as traduções, mas vou deixar o endereço das mesmas, pra quem quiser dar uma olhada.
La Derniere Danse
Because I'm a Girl (já traduzido)
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Um pedaço em branco
Um pequeno parenteses para desafogar, me organizar, falar com um pouco mais informalmente e agradecer;
Gostaria, de agradecer pelas pessoas que comentaram nos textos e as que visitaram o blog.
Gostaria, de agradecer pelas pessoas que comentaram nos textos e as que visitaram o blog.
Pronto, não vou postar nada gigantesco hoje, porque estou sem inspiração para falar de qualquer coisa. Pra falar a verdade, estou sem inspiração nenhuma, talvez seja porque eu estou calma, tranquila, sem muitas coisas na cabeça me cutucando o tempo todo.
Ao contrário do que eu esperava, esse blog tem me ajudado muito a estudar, pois desabafo as mil e uma coisas que me passam pela cabeça e assim ficam, martelando e martelando até eu me por a escreve-las.
Sem mais por hoje, até que as minhoquinhas apareçam.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Namorar, um bem

Namorar, é um grande mal? Sim, mas também é fonte de um bem maior.
Coloquei a foto no topo propositalmente, afinal, Namorar é uma conquista!
Primeiro porque namorar, namorar mesmo, a sério, é preciso esforço. Muito esforço. É preciso passar por, ao menos e assim como Hércules, doze provas essencias;o ficar, o ouvido, ombro,pulmão e coração amigo- tão necessários para conquista. Noites e mais noites desfolhando o mal-me-quer, escrevendo diários, amassando páginas e mais páginas de poemas- que você levou tantas horas para escrever. Um pequeno nervosismo, aquele friozinho na barriga e aquela agitação costumeira toda vez que "aquela" pessoa passa por perto de você. É preciso um cuidado, todo um preparo,um roer de unhas, medos totalmente bobos e uma certa dúvida(maior do que a habitual) diante do espelho.
Logo, o namorar é uma espécie de troféu, que não deve ser tratado como tal- necessita mais apreço.
Quando você começa a namorar se sente mais seguro, pois qualquer sinal de medo é amparado com um abraço, um afago no cabelo. Momentos que você viveria eternamente, se não tivesse compromissos irremediaveis e pessoas, obviamente invejosas- que os separam todo o tempo.
Você também acaba se tornando mais aberto a novas experiencias, passeia mais, se diverte, vai ao cinema. Ficar trancado em casa, sozinho, em um final de semana tendo um namorado ou namorada? Nem pensar. Isso não existe. Até começa a apreciar coisas que antes não gostava e entender outras que nem sabia que existiam.
Com um namorado ou namorada, você começa a se esforçar mais sua memória. Esquecer data do aniversário do namorado ou mês de namoro é permitido? Não, nem um pouco. Dia dos namorados então... xiiii... E você até repete aquela frase que dizia em solteiro- dia dos namorados, é puramente comercial.- porem, ainda sim, você corre pro shopping e torce para ganhar um presente. E aí da pessoa se esquecer!
Perde-se a vergonha de muita coisa como, por exemplo, comprar aquele refrigerante bem baratinho que você gosta tanto , mas que nunca comprou porque sentia vergonha das pessoas rirem de você. Com um namorado, você não apenas compra e divide, mas também repete o refrigerante até enjoar. Você nem liga mais de sair na rua sem maquiagem ou com uma cara de quem mal dormiu a noite- você está linda do jeito que está! Mas as vezes, só para fazer um charme, diz que está feia, coloca um batom, lápis e escova redrobada e a melhor roupa que tiver, com a finalidade de ouvir um elogio a mais.
Ganha-se tambem vergonha de muita coisa. Roupas curtas, palavrões,piadinhas maliciosas, aquela sua foto de bebê em uma banheirinha de plástico. Aquela vontade de se entregar de corpo, alma e coração, que você guarda e troca por um beijo terno,para não se apressar demais, para não se envergonhar demais, para não se arrepender depois...
Você perde sua identidade particular, para formar uma com a pessoa que você ama e, assim do nada, logo seus amigos começam a ver os dois como uma única pessoa. Te parabenizam a cada aniversário de namoro, que é quando percebem que o seu sorriso está mais largo e os seus "Bons Dias" mais animados. Te parabenizam porque, mesmo que inconscientemente elas sabem, que hoje é cada vez mais difícil ver um casal , que se respeita, que compartilha, que se gosta e que seja, verdadeiramente um casal de namorados.
Coloquei a foto no topo propositalmente, afinal, Namorar é uma conquista!
Primeiro porque namorar, namorar mesmo, a sério, é preciso esforço. Muito esforço. É preciso passar por, ao menos e assim como Hércules, doze provas essencias;o ficar, o ouvido, ombro,pulmão e coração amigo- tão necessários para conquista. Noites e mais noites desfolhando o mal-me-quer, escrevendo diários, amassando páginas e mais páginas de poemas- que você levou tantas horas para escrever. Um pequeno nervosismo, aquele friozinho na barriga e aquela agitação costumeira toda vez que "aquela" pessoa passa por perto de você. É preciso um cuidado, todo um preparo,um roer de unhas, medos totalmente bobos e uma certa dúvida(maior do que a habitual) diante do espelho.
Logo, o namorar é uma espécie de troféu, que não deve ser tratado como tal- necessita mais apreço.
Quando você começa a namorar se sente mais seguro, pois qualquer sinal de medo é amparado com um abraço, um afago no cabelo. Momentos que você viveria eternamente, se não tivesse compromissos irremediaveis e pessoas, obviamente invejosas- que os separam todo o tempo.
Você também acaba se tornando mais aberto a novas experiencias, passeia mais, se diverte, vai ao cinema. Ficar trancado em casa, sozinho, em um final de semana tendo um namorado ou namorada? Nem pensar. Isso não existe. Até começa a apreciar coisas que antes não gostava e entender outras que nem sabia que existiam.
Com um namorado ou namorada, você começa a se esforçar mais sua memória. Esquecer data do aniversário do namorado ou mês de namoro é permitido? Não, nem um pouco. Dia dos namorados então... xiiii... E você até repete aquela frase que dizia em solteiro- dia dos namorados, é puramente comercial.- porem, ainda sim, você corre pro shopping e torce para ganhar um presente. E aí da pessoa se esquecer!
Perde-se a vergonha de muita coisa como, por exemplo, comprar aquele refrigerante bem baratinho que você gosta tanto , mas que nunca comprou porque sentia vergonha das pessoas rirem de você. Com um namorado, você não apenas compra e divide, mas também repete o refrigerante até enjoar. Você nem liga mais de sair na rua sem maquiagem ou com uma cara de quem mal dormiu a noite- você está linda do jeito que está! Mas as vezes, só para fazer um charme, diz que está feia, coloca um batom, lápis e escova redrobada e a melhor roupa que tiver, com a finalidade de ouvir um elogio a mais.
Ganha-se tambem vergonha de muita coisa. Roupas curtas, palavrões,piadinhas maliciosas, aquela sua foto de bebê em uma banheirinha de plástico. Aquela vontade de se entregar de corpo, alma e coração, que você guarda e troca por um beijo terno,para não se apressar demais, para não se envergonhar demais, para não se arrepender depois...
Você perde sua identidade particular, para formar uma com a pessoa que você ama e, assim do nada, logo seus amigos começam a ver os dois como uma única pessoa. Te parabenizam a cada aniversário de namoro, que é quando percebem que o seu sorriso está mais largo e os seus "Bons Dias" mais animados. Te parabenizam porque, mesmo que inconscientemente elas sabem, que hoje é cada vez mais difícil ver um casal , que se respeita, que compartilha, que se gosta e que seja, verdadeiramente um casal de namorados.

Namorar, um mal.
Essa semana estava conversando com um amigo, que acabara de terminar com a namorada. Perguntei-lhe o motivo, ele, agitando os braços, meio irritado, respondeu:
-Não dava mais! Só eu me esforçava naquela relação! Era eu quem tinha que ficar fazendo carinho, chamando pra sair, abraçando, beijando, era tudo EU!
E respirou, aliviado, enrolando uma conversa diferente do assunto, mas tenho que admitir que meus pensamentos continuaram naquelas frases dele.
Namorar é um mal, fato. E digo isso não com uma dor de cotovelo de solteiros e solteiras que não estão satisfeitos com essa situação. Falo como alguém que tem sim, um relacionamento de certo tempo. Mas as pessoas pouco falam que isso seja um mal, a não ser quando falam de ciúmes.
De uma certa forma,que nós não sabemos explicar bem como, o namoro infantiliza. Tenho de admitir que, antes de começar a namorar, sabia argumentar quando queria alguma coisa. Agora apenas uns choramingos e nhem-nhem-nhens e minhas vontades são atendidas, por menores e mais ridículas que sejam. Talvez seja só uma particularidade do meu relacionamento, mas creio que seja quase que uma “criancice” generalizada
Namoro emburrece. Na escola, quem não tirou notas baixas nos primeiros meses de namoro? Quem não cabulou aulas para sair com a namorada(o) ou driblou um pouquinho que seja o trabalho, mesmo sabendo que, mais tarde existiriam consequencias?
Namoro também deixa cego, como muitos sabem. Pesquisas comprovam, inclusive, que pessoas apaixonadas tem pouca capacidade de criticar o parceiro então, mesmo que você ache o seu(sua) namorado (namorada) um pouco imaturo em vários aspectos você releva- e aquilo vira um charme. E você até releva aqueles ou aquelas, amigos do seu namorado que mal te cumprimentam e que, ainda por cima, te olham com a maior cara de-desculpem a expressão, mas eu não encontrei outra melhor- , bunda.
Como se fosse VOCÊ o intruso das situações, mesmo quando estavam lá , abraçado com o amor da sua vida e eles que chegaram e arrancaram o ser querido de seus braços,pra levá-lo pra um joguinho de sinuca.- esse sim é um mal e ninguém o nega, a não ser o namorado (ou namorada)arrastado.
-Não dava mais! Só eu me esforçava naquela relação! Era eu quem tinha que ficar fazendo carinho, chamando pra sair, abraçando, beijando, era tudo EU!
E respirou, aliviado, enrolando uma conversa diferente do assunto, mas tenho que admitir que meus pensamentos continuaram naquelas frases dele.
Namorar é um mal, fato. E digo isso não com uma dor de cotovelo de solteiros e solteiras que não estão satisfeitos com essa situação. Falo como alguém que tem sim, um relacionamento de certo tempo. Mas as pessoas pouco falam que isso seja um mal, a não ser quando falam de ciúmes.
De uma certa forma,que nós não sabemos explicar bem como, o namoro infantiliza. Tenho de admitir que, antes de começar a namorar, sabia argumentar quando queria alguma coisa. Agora apenas uns choramingos e nhem-nhem-nhens e minhas vontades são atendidas, por menores e mais ridículas que sejam. Talvez seja só uma particularidade do meu relacionamento, mas creio que seja quase que uma “criancice” generalizada
Namoro emburrece. Na escola, quem não tirou notas baixas nos primeiros meses de namoro? Quem não cabulou aulas para sair com a namorada(o) ou driblou um pouquinho que seja o trabalho, mesmo sabendo que, mais tarde existiriam consequencias?
Namoro também deixa cego, como muitos sabem. Pesquisas comprovam, inclusive, que pessoas apaixonadas tem pouca capacidade de criticar o parceiro então, mesmo que você ache o seu(sua) namorado (namorada) um pouco imaturo em vários aspectos você releva- e aquilo vira um charme. E você até releva aqueles ou aquelas, amigos do seu namorado que mal te cumprimentam e que, ainda por cima, te olham com a maior cara de-desculpem a expressão, mas eu não encontrei outra melhor- , bunda.
Como se fosse VOCÊ o intruso das situações, mesmo quando estavam lá , abraçado com o amor da sua vida e eles que chegaram e arrancaram o ser querido de seus braços,pra levá-lo pra um joguinho de sinuca.- esse sim é um mal e ninguém o nega, a não ser o namorado (ou namorada)arrastado.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Falando sobre Blog...
Certo, nada mais clichê do que um blogueiro falando sobre blog e alem de clichê acho que o blog já está em constante declínio, desde o início do youtube. Afinal, quem perde tempo em escrever e ler, se pode assistir um filme e esquecer da imaginação e da interpretação de um texto? Bom, euzinha aqui.
Comecei esse blog porque, à muito , não escrevia nada. Estava ficando extremamente chateada comigo mesma. Tinha a necessidade de escrever e , desde a minha oitava série, acho que tenho escrito pouco, pouquissimo, e sem o português correto.Sim, criei um blog pra forçar e testar o meu português, que já deve estar apanhando a bastante nesses dois parágrafos.
Bom, acho que ninguém vai ler o que foi postado até aqui, então, tudo bem, melhor (ou pior, blog sem pessoas que leiam não é um blog) posso confessar qualquer coisa que quiser aqui... Como por exemplo, que sou viciada naquelas tirinhas do "Cyanide and Happiness", já virou um processo quase religioso, visto que fuço por lá diariamente... Sinceramente, acho que preciso procurar o que fazer... Quem sabe eu não comece com umas aulinhas de origami...
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